quinta-feira, 10 de março de 2011

A resposta




Me perguntaram,


Não consegui responder


Tentava e tentaram


Não sabia o que me estava a acontecer.


Lágrimas, não me escorria,


Mas os meus olhos choravam


Azul brilhante, mas triste era aquele dia


Minhas forças de momento se desgastavam.


Aí eu próprio me perguntava,


Mas afinal o que se estava a suceder


O coração, gritando se deparava


Um sentimento galante estava prestes a engrandecer.


Por dentro tudo se agitava


Eu somente não me movia


Ardia enquanto ao mesmo tempo esfriava


Resposta não encontrava para o que sentia.


Como estátua querendo se mover,


Um Eu coberto de autoridade


Controlado pela força do inesperado poder


Transformando o meu ânimo em uma enorme tempestade.


Suspirava em toda a minha crença


Não compreenderia a razão


Será cura ou doença?


Apenas me dêem uma simples explicação.


Da escuridão vinha o som do medo


Determinado, estava prestes a aceitá-lo


O coração continha-o como segredo


Onde apenas eu poderia enfrentá-lo.


Até que de momento alguém aparece


Imóvel, esqueço o que perguntar


De instante o meu corpo enlouquece


Silenciosamente, a resposta parece ele me dar.


Não sei se estou arrependido


Apenas não foi o meu oportuno apetecer


Se hoje me sinto assim destemido


Unicamente o digo que o sinto sem querer.


Recuso qualquer promessa


Afinal, descobrirei ou não a resposta?


Tu és solução, espero que seja essa


Jamais acreditarei numa simples proposta.


Os meus ouvidos se rompêm


Enquanto a alma chora e eu desesperado,


É aí que os lábios dela me tocam e respondem


Sinceramente, tu estás APAIXONADO. :’)











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