Um segredo que se diz na boca,
Um gesto confiável de se conquistar
Palavras?! A aí vos digo, para quê?
Se nem um livro descreve as mil e uma formas de te beijar.
Aí falaremos de igual forma.
Descobrirei, realmente, aquilo que o teu coração sente,
Pois esta é a voz mais alta do apropriado silêncio
As suas equivalências que os aproximem!
Ambos contêm o mesmo sentido,
O simples e único intuito, o de se colidirem.
Esse é o limite.
Entre nós dois, a distância menor
Que aniquile o tal termo designado de saudade,
Pois em um verdadeiro beijo, nasce o verdadeiro amor.
Ele nunca é esquecido,
No sossego resultante do silêncio, é relembrado
Quem não o sente, o último será extinto
Enquanto, contrariando, o primeiro nunca será olvidado.
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